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Blog de Deborah Dubner

Dignidade em pérolas

A pérola nasce da dor. A concha da ostra se abre a cada ano, recebendo as lágrimas prateadas da lua, que magicamente se transformam em um tesouro brilhante. A dor muitas vezes tira a dignidade de uma pessoa. Mas a pérola vem para lembrar que é possível transformar dor em beleza. O reencontro com a própria…

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Postado em 18 abril 2012 às 0:30

O Sagrado com Gabriele Wosien

"Ser um com Deus" (Gabriele Wosien)

Uma noite especial, inesquecível e profundamente tocante com Gabriele Wosien. Simples como a vida pode ser, com cada dança em total conexão com o sagrado.

Gratidão novamente por fazer parte desse caminho, que a cada dia mais me mostra que as Danças Circulares Sagradas vão muito além do que dançar em roda. A intenção de entrega e conexão precisa ser clara. A presença que une e transforma é o ingrediente…

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Postado em 7 outubro 2011 às 23:00

Dançando o sonho

 

Fui lá, convidada por uma grande amiga que é secretária de saúde da cidade de Porto Feliz. O local era uma escola, onde estava ocorrendo a III Conferencia Municipal de Saúde, com a presença de 200 profissionais que atuam na saúde pública de Porto Feliz. Minha tarefa era ajudar na integração do grupo, através…

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Postado em 12 junho 2011 às 16:18

Mistura Fina: Fados Portugueses com alma de Nanni Kloke

Se eu dissesse que fados são minha preferencia musical, estaria mentindo. Sou melosa, gosto de música Celta, meditativas, clássicas, new age, enfim, os fados estão longe das minhas favoritas. Mas com a Nanni.....ah, com a Nanni... Tudo se torna poesia, coração batendo, perfume de flores. Até descobri que gosto de…

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Postado em 20 março 2011 às 23:30 — 2 Comentários

Ciranda cirandinha, vamos todos cirandar

Quando eu era pequena, gostava muito de brincar de ciranda cirandinha. Eu não entendia porque exatamente era tão gostosa essa brincadeira singela e repetitiva. Mas era comum, na hora do recreio, a turminha se reunir em roda e cantar essa e outras músicas que relembram tempos de antigamente.
Cresci e esqueci. Os adultos costumam esquecer essas coisas importantes, por não acharem importante. É de se pensar nisso... em quantas coisas significativas esquecemos, pelo simples motivo de não ter motivo.

Acontece que a vida, nesse “ir crescendo”, coloca à nossa frente situações que nos fazem lembrar. De repente, por sorte, merecimento ou alegria, somos conduzidos para lugares e pessoas que abrem dentro da gente portinhas que estavam trancadas, empoeiradas e esquecidas. Como é curioso encontrar verdadeiros salões que moravam dentro da gente e que nem habitávamos! Saber que eles estavam aqui, dentrinho do nosso ser, silenciosos, transparentes e adormecidos!

Aí acontece um “encontrão”, um “esbarrão”, que chacoalha tudo como se fosse um liquidificador de memórias e sentimentos, e tudo sai do lugar. O que era importante se torna irrelevante. A rotina pede urgência de encontro e a noção do tempo escorrendo toma conta da dimensão do corpo e da alma.

Passei esse feriado por um verdadeiro “encontrão”, durante os quatro dias em que vivi no VII Encontro Brasileiro de Danças Circulares Sagradas.

Em todos os sentidos, este Grande Encontro me levou a um encontrão comigo mesma e com as pessoas a minha volta. A roda girou, girou e me levou para todas as rodas da minha vida, trazendo profundidade e beleza. Me espantei com a possibilidade de passar por um processo tão transformador, sem dor. Não sei por que nós achamos que para haver mudança necessariamente deve haver dor. Foi a primeira vez que senti que é possível chegar no profundo amor pelo caminho da beleza, suavemente, sem dramas. Fiquei espantada!

Dançar em roda traz a magia da infância, a pureza da criança, a leveza do brincar. Os movimentos do corpo refletem o viver em todas as suas nuances: dar e receber, pedir e agradecer, abrir e recolher, ser aceito e aceitar, andar e parar, cantar e silenciar, seguir em frente e andar para trás, começar e terminar, cansar e energizar, sorrir e chorar. A dualidade da vida está presente na Roda de Dança Circular Sagrada como um som invisível ou uma luz silenciosa, na dimensão do nosso ser que, inalcançável, nos alcança.

A música e o olhar, linguagens que só a alma entende, envolvem os dançarinos em uma atmosfera circular de desassosego e calmaria, liberdade e vergonha, medo e coragem. Novamente, a dualidade se faz presente em ritmo acelerado, enquanto o coração bate no seu próprio compasso, misturando-se a todos os passos.

Do meu mais puro dentro, abracei o todo. Do som mais meu, mergulhei no som de todos. Do meu gesto mais único, misturei nas mãos dos outros. De repente, não sabia mais quem era eu, porque tudo era tão grande e eu tão pequena. Mas como eu era parte, então eu também era expandida, do tamanho do vasto universo....

Tudo isso eu vivi. E sem que ninguém precisasse me explicar, compreendi. O verdadeiro sentido religioso se fez presente no centro, em volta, aqui e acolá. O caminho do amor é tão simples....

Lembrei, então, da minha criança cirandando e pensei: “Como é bom voltar pra casa!”

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sandara deixou um comentário para Deborah Dubner
"sandaraassane@yahoo.com Olá, meu nome é Sandara, eu tenho você .dancascirculares.ning.com e eu quero ter um bomrelacionamento com você, por favor, eu preciso de sua ajuda, eu sou seu SandaraEste é o meu e-mail…"
segunda-feira
Deborah Dubner postou um vídeo

VII Encontro Brasileiro de Danças Circulares...Sagradas.wmv

Momentos do VII Encontro Brasileiro de Danças Circulares...Sagradas. Organização do evento: Roda dos Povos
11 Maio
ana cardoso almeida comentou o vídeo de Deborah Dubner
Miniatura

Baile Circular no IX EBDCS

"Que felicidade sinto reve esta coreografia pela prof. Sirlene Barreto, profissional mil estrela.  "
18 Abr
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Dignidade em pérolas

A pérola nasce da dor. A concha da ostra se abre a cada ano, recebendo as lágrimas prateadas da lua, que magicamente se transformam em um tesouro brilhante. A dor muitas vezes tira a dignidade de uma pessoa. Mas a pérola vem para lembrar que é possível transformar dor em beleza. O reencontro com a própria dignidade acende o…Ver mais...
18 Abr

Caixa de Recados (54 comentários)

Às 18:32 em 4 abril 2009, Eliane Mieko Ueda disse...
Que bom te encontrar aqui também! Ficou no baile até o final? Bom demais né? Beijinhos
Às 10:17 em 6 abril 2009, Cibele Queiroz disse...
Obrigada pelo conmentário da foto,
tb gosto muito dela.
Valeu!
Às 16:54 em 6 abril 2009, Renata Carvalho Lima Ramos disse...
Daborah! Olá!! abraços! Renata
Às 1:40 em 7 abril 2009, Arlenice Juliani de Oliveira disse...
Oi De!
Tá ficando lindo! Suas fotos são bárbaras!
Beijinho,
Nice
Às 14:43 em 7 abril 2009, Eliane Mieko Ueda disse...
Barbatuques???O que é?
Beijos
Às 17:16 em 7 abril 2009, Andrea Leoncini Gonçalves disse...
OI, Deb! Com certeza amiga! Quem sabe trago alguns na mala acompanhados de boas danças e ai fazemos uma roda docinha no retorno! Bjão
Às 21:04 em 12 abril 2009, Patricia Preiss disse...
Oi Deborah !!
Obrigada , dançar já é bom com estas árvores nos acalentando então, é maravilhoso.
Abraços
Às 22:02 em 12 abril 2009, Mairany Gabriel disse...
Oi Deborah,sempre tenho notícias de Itú, muito legal o movimento que estão fazendo aí. Também estou neste movimento da educação aqui em Campinas, trabalho no Ponto de Cultura do Sinpro(Sindicato dos professores)...um prato cheio, não é? Vamos combinar uma roda!
Às 22:43 em 12 abril 2009, Mairany Gabriel disse...
...que bom, vamos ter logo no dia 26 de abril, faz parte de um projeto da Funarte. Vou mandar por email pra vc e já lhe agradeço a disponibilidade.Bjs
Às 14:21 em 14 abril 2009, Sevília disse...
As fotos que você envio são lindas.

Bjs

Sevília

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